A The Final Frontier World Tour do IRON MAIDEN, turnê de divulgação do novo álbum “The Final Frontier” (2010) que dará a volta ao mundo em 66 dias, atingiu a Indonésia na semana passada. Esta é a primeira aparição da banda no quarto país mais populoso do mundo. Viajando a bordo do Boeing 757 personalizado da banda, o famoso Ed Force One – com o capitão/vocalista Bruce Dickinson na cabine do piloto, a banda fez shows em Jacarta na última quinta-feira e se apresentará em Bali neste domingo dia 20, antes de sair para uma série de shows pela Austrália.

Em Jacarta, Dickinson falou para a Rolling Stone Indonésia sobre uma variedade de assuntos, incluindo quais são seus cinco álbuns preferidos de todos os tempos, sem ordem de favoritismo:

Deep Purple, “Made in Japan”
Led Zeppelin, “Led Zeppelin II”
Jethro Tull, “Aqualung”
The Crazy World of Arthur Brown, “The Crazy World of Arthur Brown”
Rainbow, “Rising”

Coincidentemente, no último álbum citado foi dado um tratamento “de luxo”. Está para ser lançada uma versão “deluxe” ampliada do segundo disco do Rainbow, com data de lançamento marcada para 28 de fevereiro no Reino Unido e 8 de março na América do Norte.

Anúncios

Banda do Mês de Fevereiro

Publicado: fevereiro 8, 2011 em Bandas Do Mês

Iron Maiden

 

 

Como conheci a banda:

Já faz muito tempo que conheço a “Donzela” sempre fui apaixonado por Heavy Metal, conheci ainda na escola quando um grupo de amigos me apresentou a música Fear Of The Dark aquela música incrivel e maluca ficou na minha mente dai nascia o que é ser hoje um simples e verdadeiro fã do Iron Maiden, músicas como a própria Fear Of The Dark, Brave New World, The Number Of The Beast desde as mais velhas como essas até as mais novas como El Dorado e Mother Of Mercy desde o primeiro disco até o ultimo um amor semim igual em 2011 um sonho realidzado na Turne Final Frontier irei ter o prazer de ver não muito d eperto mais está já valendo, os caras fantásticas do Iron Maiden que voltam para o Brasil para mais alguns shows, desde o Vocal Perfeito de Bruce Dickinson até a monstruosidade de Steve Harris no baixo assim como fãs tenho cds, dvds, singles, posteres, e cadernos do Iron que pretendo aumentar em breve e quem sabe um dia ter a discografia completa da “Donzela”

 

História da banda:

 

Iron Maiden é uma banda inglesa de heavy metal, formada em 1975 pelo baixista Steve Harris, ex-integrante das bandas Gypsy’s Kiss e Smiler. Originária de Londres, foi uma das principais bandas do movimento musical que ficou conhecido como NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal).

O nome “Iron Maiden” foi inspirado em um instrumento de tortura medieval que aparece no filme O Homem da Máscara de Ferro. Esse também era o apelido da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que aparece nas capas dos compactos “Women in Uniform” e “Sanctuary”.

Com mais de três décadas de existência, catorze álbuns de estúdio, seis álbuns ao vivo, catorze vídeos e diversos compactos, o Iron Maiden é uma das mais importantes e bem sucedidas bandas de toda a história do heavy metal, tendo vendido de 90 a 120 milhões de álbuns registrados em todo o mundo. Seu trabalho influenciou diversas bandas de rock e metal. Eles são citados como influência por bandas como Hazy Hamlet, Anthrax, Angra, Metallica, Helloween, Death, Megadeth, Dream Theater e Mystery, entre muitos outros.

Em março de 2001, a banda recebeu o prêmio Ivor Novello Award em reconhecimento às realizações em um parâmetro internacional como uma das mais bem-sucedidas parcerias de composição da Inglaterra. Durante a turnê americana de 2005, foi adicionada à Calçada da Fama de Hollywood. A banda também está presente nas principais listas de maiores bandas de rock de todos os tempos.

O Maiden já encabeçou diversos grandes eventos, entre eles Rock in Rio, Monsters of Rock em Donington, Ozzfest ao lado do Black Sabbath, Wacken Open Air, Gods of Metal, Lollapalooza, Download Festival e os Festivais de Reading e Leeds.

A banda têm diversas canções baseadas em lendas, livros, histórias e filmes, entre as quais The Phantom of the Opera, The Wicker Man, The Prisoner, Stranger in a Strange Land – que é um romance de ficção científica de 1961, escrito por Robert A. Heinlein, Murders In The Rue Morgue, Flight of Icarus, Where Eagles Dare, Rime of the Ancient Mariner – baseada no poema de Samuel Coleridge -, To Tame a Land – da série de ficção científica Duna, de Frank Herbert – e The Trooper – canção baseada no romance The Charge of The Light Brigade. Outros temas bastante recorrentes nas músicas da banda são ocultismo, assassinato e o escuro, por exemplo, nas músicas Murders in the Rue Morgue e Innocent Exile e nas capas dos álbuns Sanctuary, Women in Uniform, Iron Maiden e Bring Your Daughter To The Slaughter.

Informações:
Banda: Iron Maiden
Gênero: Heavy Metal
Origem: Reino Unido

Integrantes:
Bruce Dickinson
Dave Murray
Adrian Smith
Janick Gers
Steve Harris
Nicko McBrain

Discografia:
1979 – The Soundhouse Tapes
1980 – Women in Uniform
1980 – Iron Maiden
1981 – Maiden Japan
1981 – Killers
1982 – The Number of the Beast
1983 – Piece of Mind
1984 – Powerslave
1985 – Live After Death
1986 – Somewhere in Time
1988 – Seventh Son of a Seventh Son
1989 – Maiden England
1990 – The First Ten Years: Parte 1 / Parte 2 / Parte 3 / Parte 4
1990 – No Prayer for the Dying
1992 – Fear of the Dark
1993 – A Real Live One
1993 – A Real Dead One
1995 – The X Factor
1995 – Start to Kill (bootleg)
1996 – Best of the Beast
1998 – Virtual XI
1999 – Ed Hunter
2000 – Brave New World
2001 – Rock in Rio
2002 – Edward the Great
2002 – BBC Archives – CD1 / CD2
2002 – Beast Over Hammersmith – CD1 / CD2
2002 – Best of the B’Sides – CD1 / CD2
2003 – Dance of Death
2005 – Death on the Road
2006 – A Matter of Life and Death
2008 – Somewhere Back In Time – The Best Of: 1980-1989
2009 – Flight 666 – The Original Soundtrack
2009 – Flight 666
2010 – The Final Frontier

 

 

Publicado: fevereiro 3, 2011 em Imagens

Novidades 2011 – Discos

Publicado: fevereiro 3, 2011 em Matérias

“Novidades de 2011, na Metal Station criei um tópico onde  falo sobre alguns álbuns de diversas bandas, você poderá enviar emails se quiser que falo de algum disco ou alguma banda…””Aproveite”

01. Hypnotize 2004 – System Of A DownSimplesmente um dos melhores álbuns dessa banda maravilhosa, toda cultura e diversidade em um só álbum faixas como “Lonely Day” e “Hypnotize”, são para mim as melhores, entre outras do SOAD, conheci a muito tempo atrás os trabalhos do System e simplesmente esse album foi um dos que eu achei mellhor deles, faixas incriveis com letras espetaculares, fora a imagem que existe na capa do álbum um desenho realmente incrivel e hipnotizador…”
Faixa escolhida : Hypnotize

02.Death Magnetic 2008 – Metallica Bom, muitas pessoas acham que depois do Black Album o Metallica não foi o mesmo de uns tempos atrás, eu também acho porém Death Magnetic tem uma coisa que me chama atenção as faixas incriveis que compõem essa album são de tirar qualquer um do sério desde “Cyanide” ou até mesmo “The End Of Line”, músicas bastante barulhentas, recomendo esse album para quem não tem ou jamais ouviu…”
Faixa Escolhida: All Nightmare Long

03. All Hope Is Gone 2008 – Slipknot Falar o que sobre o Slipknot, concerteza a minha banda favorita, criaram depois de alguns anos parados um dos melhores discos que já ouvi, faixas como “Snuff”, “Psychosocial” e “Dead Memories” são extremamentes fantástica fruto de quem deu o melhor de si em um disco totalmente incrivel para quem é fã sabe muito bem que All Hope Is Gone, mudou alguns estilos do Slipknot mais continuou sendo um dos maiores frutos da banda dos dêmonios de IOWA…”
Faixa Escolhida: Snuff

04.The New Game 2008 – MudvayneDisco totalmente “foda”, faixas completamente que deixam todos loucas para quem gosta de uma boa gritaria é um disco exelente para ter em sua coleção eu tenho o meu e recomendo algumas faixas desse disco são de pirar como “Never Enough” ou “New Game”.
Faixa Escolhida: Never Enough

05. The Final Frontier 2010 – Iron Maiden Para muitos o último disco da banda, da nisso a entender o nome A Fronteira Final, apenas mais um dos discos “montros da Donzela muitas fãs de Iron disseram que o disco não está tão bom, mais eu achei simplesmente fantásico e irei provar mais um pouco no show em SP no dia 26, Turne The Final Frontier Brasil eu estarei lá para comprovar a fantástica turnê faixas como “El Dorado” e “Mother Of Morcy”, compõem essa obra…
Faixa Escolhida: El Dorado

06. The Audio Secrecy 2010 – Stone Sour Sim eles voltaram a produzir novamente e mais perfeitos do que nada, disco semi igual, Corey Taylor em sua melhor fase arrebentando a garganta sem dó, mesmo ele na época estando meio abatido como todos nós Maggots’ pela perda do Eterno Paul Gray, mesmo assim ele subiu aos palcos e mostrou que seria forte para produzir um disco incrivel mesmo não sendo ao lado dos Knots’ Músicas como “Anna”,”Pieces” e “Digital” apimentam ainda mais o sabor de um dos melhores albuns do Stone…
Faixa Escolhida: Anna

07.Once  2004 – Nightwish O que eu teria pra falar de um dos melhores discos do Nightwish se não o melhor, o som dessa banda é de impressionar qualquer esse disco traz muitos sucessos como “Nemo”,”Dark Chest Of Wonder” e “Planet Hell”, músicas que deixam o discos mais e mais foda sem comentários para essa obra…
Faixa Escolhida: Planet Hell

08. [Vol.3] The Subliminal Verses 2004 – SlipknotSem dúvidas o melhor disco do Slipknot, lançado exatamente em uma das mellhores épocas dos oitos membros as máscaras mais doidas usadas nas turnês, faixas que se destacaram como “Before I Forget” ganhando o Grammy, porém outras faixas também são de explodir como “Circle”, “Pulse Of The Maggots”,”Duality” (que por sinal tem o video incrivel),”Vermilion” e “Vermilion pt.02″…
Faixa Escolhida: Before I Forget

09. Slipknot 1999 – Slipknot Começava ai a explosão dos mascarados para o mundo do metal, toda energia e agressividade juntas em uma só banda em oito membros, o disco traz músicas com letras agressivas e fora de si a banda explodia para o mundo sem imaginar já vendiam milhares desse disco que explodiu em tornou desse ano músicas como “(SIC)”, “Liberate”,”Surfacing” e “Wait And Bleed” são faixas desse album que retrata não só a imagem  de uma banda que explodiu mais também retrata todo talento dos membros e os carinhos dos fãs nós Maggots…
Faixa Escolhida: Wait And Bleed

10. Californication 1999 – Red Hot Chilli Pepers Quem disse que eu só ouço um bom e rock pesado entre minhas coleções também tenho discos como Californication de uma das bandas mais incriveis que eu já vi Red Hot não passa de um simples clássico e mostra nesse disco um conjunto de faixas incriveis como “Otherside”, “Calinorication” e “Easily” que dão um tom a mais, recomendo…
Faixa Escolhida: Easily

11. A Thousand Suns 2010 – Linkin Park Novamente lançando discos e subindo nas paradas o Linkin Park voltou e em 2010 lançou esse maravilhoso, sons totalmente bem diferentes do que os caras faziam a uns 5 anos atrás, muito mais parte eletrônica e tals, porém o disco é muito bom e recomendo nele contemm “‘The Catalyst” e “Irisdescent” as minhas duas faixas favoritas do álbum.
Faixa Escolhida: The Catalyst

12.Mesmerize 2002- System Of A Down Um dos discos mais fantásticos que ouvi até hoje em minha vida, emoção nas músicas desde a primeira até a última faixa, fazer o que isso é System muita pancadaria e som pesado faixas como “Question”,”Violent Pornograph”,”B.Y.O.B.” e “Lost In Hollywood” provam isso e provam a força que vem de dentro do SOAD…”
Faixa Escolhida: B.Y.O.B.

13. XIII 2003 – Mushroomhead Banda estilosa, com mascaras assombrosas combinação perfeita para quem gosta de bandas loucas e totalmente pesadas o Mushroomhead apareceu naminha vida por acaso, de um video se tornou uma das grandes bandas que elogio otrabalho os mascarados lançaram esse album o melhor pra mim, “Becoming Cold” é uma faixa que demonstra o que é ser foda…
Faixa Escolhida:Becoming Cold

14.Toxicity 2003 – System Of A Down Mais um do SOAD para lembrar bons e velhos tempos quando ouvia música quase todos os dias e nada melhor do que ter o Toxicity em sua instante um disco que simplesmente mudou minha vida e minha maneira músicas como “Toxicity”, “Prison Song”, “Psysho” e “Chop Suey” enfeitam e encantam mais e mais o disco recomendo para quem é fã realemnte de System…Faixa Escolhida: Toxicity

15.Hellyeah 2000 – Hellyeah Conheci por acaso a algum tempo essa banda que me mostou que é bom de grito ainda mais porque o vocal é  Chad um icone do rock, disco perfeito com faixas emocinonantes como “One Thing”
Faixa Escolhida: One Thing

16. Echoes, Silence e Patience 2003 – Foo Fighters Idolo do tamanho de Dave Grohl apenas alguns o cara simplesmente é um monstro no mundo da musica e com os seus companheiros mais fodas ainda de Foo Fighters lançaram esse disco que pra mim é o melhor deles, músicas fortes e letras impressionantes, é simplesmente muita inspiração do Ex Membro de uma das maiores bandas que existiu “Nirvana” recomendo pra quem gosta do trabalhos dos Fighters…
Faixa Escolhida: Let It Die

Tenacious D – Discografia

Publicado: janeiro 5, 2011 em Discografias
 

Tenacious D – 2001

01 – Kielbasa
02 – One Note Song
03 – Tribute
04 – Wonderboy
05 – Hard Fucking
06 – Fuck Her Gently
07 – Explosivo
08 – Dio
09 – Inward Singing
10 – Kyle Quit The Band
11 – The Road
12 – Cock Pushups
13 – Lee
14 – Friendship Test
15 – Friendship
16 – Karate Schnitzel
17 – Karate
18 – Rock Your Socks
19 – Drive-Thru
20 – Double Team
21 – City Hall

D Fun Pak (EP) – 2002

01 – Cave Intro
02 – Jesus Ranch (demo)
03 – Kyle Quit The Band (demo)
04 – Explosivo (Mocean Worker’s Meg)


The Pick Of Destiny – 2006

01 – Kickapoo
02 – Classico
03 – Baby
04 – Destiny
05 – History
06 – The Government Totally Sucks
07 – Master Exploder
08 – The Divide
09 – Papagenu (He’s My Sassafrass)
10 – Dude (I Totally Miss You)
11 – Break In-City (Storm The Gate!)
12 – Car Chase City
13 – Beelzeboss (The Final Showdown)
14 – POD
15 – The Metal


Tenacious D Uma Dupla Infernal (título brasileiro) – 2006
Download do filme:

Shows

Publicado: janeiro 5, 2011 em Discografias





Gênero: Heavy Metal
Origem: Alemanha
Tamanho: 92.4MB 

Nargaroth – Guerreiro Fest Aço 8

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2009/03/05 2 COMENTÁRIOS


Gênero: Black Metal
Origem: Alemanha
Ano: 2005


Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte05
Parte 06
Parte 07
Parte 08
 

Satyricon – Live at Hovefestivalen, Noruega 27-06-2008

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2009/01/15 0 COMENTÁRIOS


Gênero: Black Metal
Origem: Noruega
Ano: 2008
Tamanho: 246 MB
Duração: 00:57:09

* O Pentagram Burns
* Forhekset
* Agora, Diabolical
* Abutre Havoc
* My Skin Is Cold
* REI
* Com fome voraz
* Combustível para o ódio
* Mãe do Norte

ATENÇÃO: Junte todos os arquivos com hjsplit
 

Xandria – Live at Summer Breeze Show Festival 2007

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2009/01/13 1 COMENTÁRIOS

Gênero: Gothic Metal
Origem: Estados Unidos da América
Ano: 2007


Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05
Parte 06
Parte 07
Parte 08
 

Children Of Bodom – Live At Wacken 2006

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2009/01/13 0 COMENTÁRIOS


Gênero: Melodic Death Metal Power /
Origem: Portugal
Ano: 2008
Tamanho: 700 MB
Duração: 00:42:40

01. Em direção ao fim
02. Chokehold
03. Hate Me!
04. Needled 24 / 7
05. Deadnight Warrior
06. Are You Dead Yet?
07. Follow The Reaper
08. In Your Face
09. Queda


Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05
Parte 06
Parte 07
Parte 08

pasword: domínio CobW

After Forever – Live at Pinkpop 2004 (TVRip)

POSTADO POR METAL FROM HELL EM 12/05/2008 1 COMENTÁRIOS







Gênero: Symphonic Power / Gothic Metal
Origem: Holanda
Ano: 2004
Tamanho: 708 MB
Duração:  01:01:02

Tracklist:

Introdução
Beaultiul Vazio
Entre o amor eo fogo
Pecados do Idealismo
My Pledge Of Allegiance Parte 1
Monolith Of Doubt
The Evil That Men Do
Excêntrico
Follow In The Cry
Através de Olhos Praça
Digital Deceit
Vortex da Vida
End Credits

Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05
Parte 06
Parte 07
Parte 08

Una com HJSplit
 

Nightwish – Concerto Lowlands 2008 (com Anette)

POSTADO POR METAL FROM HELL EM 12/04/2008 0 COMENTÁRIOS


Gênero: Operatic / Power Metal Sinfônico
Origem: Finlândia
Ano: 2008
Tamanho: 549 MB
Duração: 53 min

Tracklist:
01. Bye Bye Beautiful
02. Dark Chest Of Wonders
03. The Siren
04. Morto para o mundo
05. Amaranto
06. Wishmaster
07. Sahara
08. Nemo
09. 7 Days To The Wolves
10. Wish I Had an Angel


Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05
Parte 06

Dimmu Borgir – Live at P3 Sessions 2007 (3 faixas)

POSTADO POR METAL FROM HELL EM 11/04/2008 0 COMENTÁRIOS







Genero: Black Metal / Symphonic Melodic Extreme
País: Noruega
Ano: 2007
Tamanho: 104 mb

 Formato:. Mpg
 1. Mourning Palace
2. Tonto
3. The Serpentine Offering


Parte 01

Parte 02

UNIR OS com Arquivos:  hjsplit
 

Sonata Arctica – Live Tammerfest a céu aberto

POSTADO POR METAL FROM HELL EM 11/04/2008 0 COMENTÁRIOS


Genero: Power Metal
País: Finlândia
Tamanho: 470 mb
Ano do show: 2003

Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05

Junte-se a todos os arquivos com hjsplit
 




Genero: Gothic Metal
País: Noruega
Tamanho: 455 mb
Ano do show: 2003


Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04
Parte 05

ATENÇÃO: Junte todos os arquivos com hjsplit
 

Stratovarius – Live Tuska Festival Metal Ar

POSTADO POR METAL FROM HELL EM 11/03/2008 0 COMENTÁRIOS


Power Metal Melódico: Genero
País: Finlândia
Tamanho: 260 mb
Ano do show: 2003

Tracklist
1 .- Hunting High and Low
2 .- CONTRA O VENTO
3 .- SEMPRE LIVRE.
4 .- VISÕES
5 .- DIAMANTE NEGRO


Parte 01
Parte 02
 

Vader – Live en Chile (show)

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2008/09/25 0 COMENTÁRIOS

Genero: Death / Thrash metal
País: Polonia
Ano: 2005
Tamanho: 840MB

Tracklist:

Intro
Fora do abismo
Dark Transmission
Silent Empire
Sothis
Os crucificado
Reign mundo para sempre
Renascer em chamas
Epitáfio
Idade das Trevas
Asas
Apopheniac
Reign in Blood (cover do Slayer)

Parte 01

Parte 02

Parte 03

Parte 04

Parte 05

Parte 06

Parte 07

Parte 08

Parte 09

Dimmu Borgir – Wacken 2007

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2008/09/19 0 COMENTÁRIOS

Genero: Black Metal / Symphonic Melodic Extreme
País: Noruega
Ano: 2007
Tamanho: 870 mb

Pass: mothernorth


ATENÇÃO: Junte todos os arquivos com hjsplit

MySpace
Site Oficial
 

Raices Torcidas – Digital Flesh Metal (show)

POSTADO POR METAL FROM HELL ON 2008/08/29 0 COMENTÁRIOS


Death Metal Industrial: Genero
País: El Salvador
Tamanho: 316 MB
Duração: 32 Minutos

Tracklist:
01. Sistemática Guerra
02. Ciclo Infinito
03. Fabrica
04. Orgânica Dissociação Metal
05. Nano Virus
06. Cabos wiyh terminais sinápticos
07. Energia Humana

Parte 01
Parte 02
Parte 03
Parte 04

MySpace
Site
 

Lacuna Coil (W.O.A 2007)

POSTED BY METAL FROM HELL ON 8/07/2008 0 COMENTÁRIOS





Genero: Gothic Metal
País : Itália
Tamanho: 393 mb

Myspace.com 

Arch Enemy (Download Festival 2006)

POSTED BY METAL FROM HELL ON 7/25/2008 0 COMENTÁRIOS

Cannibal Corpse – First Live Show

POSTED BY METAL FROM HELL ON 7/24/2008 0 COMENTÁRIOS


clique sobre a imagem para ampliar

Genero: Death Metal
País : USA
Tamanho: 283 mb
formato: avi
duração: 19:31

Tracklist
01 Scattered Remains, Splattered Brains
02 The Undead Will Feast
03 Escape The Torment
04 Bloody Chunks
05 Enter At Your Own Risk
06 Put Them To Death
07 A Skull Full Of Maggots

Download Rapidshare
Parte 01
Parte 02
Parte 03

Gamma Ray – Live At Wacken Open Air 2006

POSTED BY METAL FROM HELL ON 7/20/2008 0 COMENTÁRIOS

Genero: Power/Speed Metal
País de origem da Banda: Alemanha
Tamanho: 88 mb

Tracklist
1. Somewhere out in space
2. Send me a sign
3. Rebellion in a Dream Land

Playing Time: 21:45

A banda norte-americana GUNS N’ ROSES sempre foi marcada por grandes shows, músicas clássicas, solos perfeitos e… troca de integrantes… Veja neste especial como ocorreu a saída de cada membro:

Imagem

Steven Adler

Steven Adler enfrentava sérios problemas com DROGAS quando saiu do Guns. Um dos episódios que mais caracterizaram o seu problema foi quando no Farm AID IV, em 1990, a banda só pode tocar duas músicas devido às péssimas condições dele, que foi despedido em junho de 1990 durante a gravação dos “Illusions”, sob a alegação que seu contrato incluía uma cláusula que o demitiria se ele continuasse se drogando. Steven é conhecido pelos fãs como o cara que sempre pede o retorno da formação clássica do grupo.

Imagem

Izzy Stradlin

Os problemas de Izzy com a banda começaram em 1989 durante a gravação dos “Illusion”, conforme revelou o guitarrista. Em dois meses a banda registrou os instrumentais, porém o vocal demorou um ano para ser gravado. Alem disso, nesse período, a banda trocou Adler por Matt, o que desagradou Izzy que, tempo depois, afirmou que essa troca transformou o Guns em uma banda de heavy metal.

E durante a turnê dos “Illusions”, Axl Rose começou a comportar-se como uma prima donna e queria controlar os rumos da banda. Izzy irritou-se com os atrasos nos shows e outros problemas. Nesse período o guitarrista estava tentando largar as DROGAS e a vida em turnê tornava isso quase impossível. A partir da turnê de “Use Your Illusion”, Izzy passou a viajar separado da banda para manter-se sóbrio.

Irritado com o rumo que as coisas estavam tomando, Izzy decidiu abandonar o barco em 1991. Seu último show foi no VMA de 1991, e anos depois Izzy revelou em uma entrevista o verdadeiro motivo de sua saída para a revista Hard Rock Magazine: “Após a primeira parte da turnê ‘Use Your Illusion’, Axl queria me fazer assinar um contrato que me colocava um pouco de lado, o que significava pagamento menor. Eu não conseguia acreditar. Esse contrato partia de um cara com o qual eu cresci! Nós sempre levamos o GUNS N’ ROSES como amigos e, grosseiramente, Axl disse para mim: ‘Agora se trata de negócios’. Por que eu deveria continuar? Onde estava a diversão? Isso foi a gota d’água, mas fatos antecedentes também me fizeram decidir pela saída: durante nosso primeiro show em Londres, jovens morreram. O que foi aquilo? Isto que é rock ‘n’ roll? É divertir-se e depois ler nos jornais de um aeroporto que pessoas morreram no seu show? É divertido tocar em estádios todas as noites e começar uma desordem em Saint Louis porque o cantor teve um ataque? Você realmente, em alguma dessas ocasiões, pontua consigo mesmo: ‘Nada disso mais é divertido’. Axl não mais cumpria bem seu papel de líder da banda. E, por outro lado, os outros encontravam-se completamente chocados”.

Apesar de tudo, em 2006 Izzy subiu ao palco com o GUNS N’ ROSES. Foi a primeira vez que Axl e Izzy apresentaram-se juntos em público desde 1993. A primeira aparição de Izzy nos shows do Guns aconteceu em Nova Iorque. Após isso, Izzy voltou a tocar com a banda inúmeras vezes na Europa, em músicas como “Think About You”, “Used to Love Her”, “Patience”, “Nightrain” e “Paradise City”.

Imagem

Gilby Clarke

Gilby entrou no Guns em 1991 no lugar de Izzy, tocou com a banda a segunda metade da “Use Your Illusion tour” e gravou “The Spaghetti Incident”. Clarke saiu da banda em 1993 porque, segundo ele, Rose não dava importância às suas músicas. Após não receber os direitos que ele dizia serem seus, Clarke processou a banda em 1995. Clarke disse que não queria ir aos tribunais mas decidiu fazê-lo porque ninguém no GN’R retornava as suas ligações. A banda também o processou. O assunto foi resolvido com um pagamento não revelado a Clarke, e apesar disso ele voltou a ter amizade com Rose, tanto que eles fizeram um dueto em 2000.

Imagem

Slash

Finalmente vamos falar da saída mais “conturbada”, do único membro que até hoje não tem um relacionamento sequer razoável com Mr. Rose. Por que será que isso ocorre? A briga toda começou no início de 1995 quando SLASH mostrou a Rose algumas músicas que poderiam ser utilizadas no novo disco, mas estas não foram bem aceitas por Axl. SLASH pegou essas músicas e incluiu no álbum de sua outra banda, “Slash’s Snakepit”. Em 1996 Axl, que demitiu Clarke (que era amigo de Slash) sem avisar o Mago da Cartola, colocou na banda Paul Tobias. SLASH não gostou da contratação do novo guitarrista (Axl o contratou sem ao menos consultar Slash), e a discórdia entre os dois chegou ao seu auge porque o rumo que Axl queria tomar para o próximo CD não ia de acordo com as ideias de SLASH. E além disso, na gravação de “Sympathy For The Devil” (cover dos Rolling Stones), Axl Rose não gostou do solo executado por SLASH e pediu para que um amigo seu gravasse um outro solo por cima. SLASH percebeu e se demitiu enviando um fax para a MTV avisando que não fazia mais parte da banda.

Entretanto Axl e SLASH não conseguem um esquecer o outro, vivem se processando e processando a terceiros, foram inúmeros casos deste 1996. Os mais famosos são: o que SLASH e ex-integrantes acusaram Axl de ter ficado com um percentual dos ingressos de direitos autorais que correspondem a eles e o mais recente, em que Axl processa a Activision por usar a imagem de SLASH em “Guitar Hero 3”.

Imagem

Duff Mckagan

Duff também era viciado em DROGAS e álcool, porém, ao contrario de outros membros, esse vício não o prejudicou tanto na banda, já que ele ficou por onze anos no GN’R. Duff, escondido da imprensa e dos fãs, foi submetido a uma cirurgia de emergência no pâncreas, o que o obrigou a parar de vez com o consumo de álcool. Em 27 de agosto de 1997 teve sua primeira filha, Grace, com Susan Holmes, O médico avisou que se o baixista bebesse uma dose de álcool poderia morrer. O que aconteceu foi que Duff criou uma síndrome do pânico, e ficou com pavor de tocar para um número grande de pessoas pois nunca havia começado um show sem antes beber algo, e juntando a saída de seus amigos ele resolveu também deixar a banda, dizendo que após Slash ter abandonado o barco não tinha clima para tocar no Guns.

Ele voltou para Seattle, onde montou um estúdio e voltou a tocar com o “Ten Minute Warning”, banda no qual ele havia participado antes da formação do Guns. Duff mantém um bom relacionamento com Axl Rose, tanto que durante a turnê “Chinese Democracy” eles tocaram juntos na O2 Arena em Londres.

Imagem

Matt Sorum

Sorum entrou no Guns ‘N Roses no lugar de Adler e gravou com a banda os álbuns “Use Your Illusion I”, “Use Your Illusion II” (excluindo a faixa “Civil War”) e “The Spaghetti Incident?”, de 1994, além da “Sympathy for the Devil” e a maioria das músicas do “Live Era: ’87-’93”.

Matt foi demitido do Guns, e segundo ele sua saída não foi nada amistosa. O baterista, atualmente limpo de DROGAS e com 44 anos, disse que recorda dessa noite no início de 1997 como se fosse hoje. Sorum chegou no estúdio Complex, em Santa Mônica, para escutar Axl falar com Paul Tobias, o guitarrista que entrou para substituir Gilby Clarke. Quando Matt chegou, ouviu Huge falando besteiras sobre Slash e o interrompeu: “eu disse: ‘Escuta aqui seu filho da puta do caralho, vou gostar muito que não diga nenhuma merda sobre o Slash, porque ele é meu amigo’. Então Axl me enfrentou. E eu disse: Vai tocar ‘Sweet Child O’ Mine’ com os acordes de Paul Huge? Desculpa, mas não vai soar bem’. Axl me disse: ‘Eu sou Guns N’ Roses e não necessito de Slash, eu sou o GN’R’, e eu retruquei: ‘Quer saber de uma coisa – NÃO, VOCÊ NÃO É!’ Esta discussão se estendeu por 20 minutos, então Axl finalmente falou: ‘Bem, então vai renunciar?’ Eu respondi ‘NÃO, não vou renunciar merda nenhuma!!!’. Daí ele falou: ‘Bem, então você está despedido’. Paul Huge me alcançou no estacionamento, e me disse, ‘Ei, volte e desculpe-se!’, e eu respondi: ‘Yoko Ono 2!!!! Eu vou embora!’ E fui para minha casa, fui para meu palácio rock star de seis andares e dois elevadores, e um mês depois recebi a carta dos advogados de Axl confirmando minha demissão”.

Após alguns anos, Matt fez as pazes com Rose postando a seguinte mensagem em seu blog oficial: “Fui a uma festa em Chrome Hearts outra noite. Conheci Cher e Usher. Foi uma viagem para conhecer a Cher. Ela foi legal. Também vi o velho amigo Lenny Kravitz por lá. Na noite passada, eu fui para um clube e ao sair da cabine me deparei com Sean Lennon, que estava saindo, e lá dentro estava Axl Rose. Oh, meu Deus. Eu não tinha visto ele em pelo menos seis anos. Entrei e disse olá. Apertamos as mãos, e foi agradável. Mais tarde naquela noite acabei ficando em um loft em algum lugar do East Village, onde Axl estava novamente. Falamos durante algum tempo. E foi bom para limpar algumas coisas. Eu lhe disse como ele foi um grande líder quando eu estava na banda e que não tinha ressentimentos de minha parte. Depois que a festa terminou, Axl me deu uma carona até meu hotel”.

Imagem

Paul Tobias

Paul Tobias entrou na banda em 1994 para ser um compositor junto com o SLASH, porém no final das contas, como relatado acima, foi um dos principais responsáveis pela saida do guitarrista. Axl sempre considerou Tobias um músico de estúdio. O primeiro show de Paul com o Guns N’ Roses foi em janeiro de 2001 no House Of Blues, em Las Vegas. Paul também tocou com o grupo no Rock In Rio 3, quando foi apresentado por Axl Rose como um dos principais responsáveis pela volta da banda e que sem ele, não haveria mais Guns N’ Roses.

Tobias saiu da banda e no lugar dele entrou Fortus. Quando a banda lançou “Chinese Democracy” percebemos claramente que ele apenas deixou a banda no sentido de excursionar em turnês (Paul não gosta de tocar para grandes platéis), porém ele ainda grava guitarra e várias peças para piano e escreve canções para a banda, ou seja, tecnicamente ele permanece no Guns, mas não como integrante dos shows.

Imagem

Robin Finck

Robin entrou no Guns em 1997 por indicação de Sorum, assinando um contrato de dois anos para trabalhar no “Chinese Democracy”. Ao fim do contrato, ele voltou ao Nine Inch Nails.
Finck retornou ao Guns no final de 2000, dividindo a guitarra-solo com Buckethead e tocando no Rock in Rio 2001. Finck permaneceu oito anos no Guns, participando de 118 shows, e rejeitando uma proposta de voltar para o Nine Inch Nails na turnê de “With Teeth”.

Em 2008, Finck voltou ao Nine Inch Nails, e participou das gravações do álbum “The Slip”. Em novembro do mesmo ano “Chinese Democracy” foi lançado, com Finck tocando em todas as faixas, tendo sete solos, crédito como co-autor de “Better” (lançada como single), e créditos adicionais por teclados e arranjos. Em março de 2009, o GUNS N’ ROSES anunciou DJ Ashba como substituto de Finck, mas declarou que o guitarrista continua a ser parte da banda por seu envolvimento em “Chinese Democracy”, ou seja, oficialmente ele ainda permanece no Guns.

Imagem

Bryan Mantia

Bryan entrou no Guns por indicação do ex-guitarrista Buckethead, e tocou com a banda entre 2001 até 2006, quando no mês de junho teve que se ausentar para resolver problemas particulares e passar um tempo com sua família, já que sua esposa deu à luz uma menina em 4 de julho de 2006. Desde então não voltou a tocar com a banda, porém Mantia gravou o álbum “Chinese Democracy”, e Axl afirma que ele ainda é um membro do Guns N’Roses.

Imagem

Buckethead

Buckethead fez sua estreia na banda no ano de 2001, e tocou no Rock in Rio 3, tendo deixado o grupo em março de 2004, forçando o cancelamento do show no Rock in Rio Lisboa. Notícias da época dizem que a saída dele foi por causa do longo periodo de demora para o lançamento do “Chinese Democracy”, disco pelo qual ele contribuiu tocando guitarra em quase todas as faixas e ajudando na composição das músicas “Shackler’s Revenge”, “Scraped” e “Sorry”. Buckethead mantém um bom relacionamento com Rose mesmo após a sua saída, inclusive em momentos da turnê “Chinese Democracy” Axl utilizou o famoso balde na cabeça. Além disso, na promoção que a Dr. Pepper faria caso o Guns lançasse o álbum, Axl declarou que dividiria seu refrigerante com Buckethead.

Banda Do Mês de Dezembro: Mudvayne

Publicado: dezembro 14, 2010 em Bandas Do Mês

Como conheci a banda:

A alguns anos atrás em um video no youtube descobri a música Happy dessa banda, desde ai, as músicas, os shows, videos dessa banda foram tomando parte do meu dia a dia, a energia que vem dos shows e da voz do vocal é incrivel, uma excelente banda que eu recomendo para quem nunca ouviu Mudvayne apenas se tornou uma das minhas bandas favoritas, tenho a discografia completa deles desde o primeiro single até o último album lançado, gosto bastante das capas dos álbuns deles, principalmente do último album e do New Game, uma das faixas desse album ficou em primeiro lugar no meu Last Fm por muito tempo, é dificil dizer qual minha música favorita deles mais eu escolheria entre duas Never Enough e World So Cold, cujo clipe é fantástico, recomendo bastante essa banda para quem ainda não ouvi então vamos ai de Mudvayne…

Membros e Perfil Completo

Chad Lee Gray (16 de outubro de 1971, em PeoriaEUA) é o vocalista da banda de metal alternativo Mudvayne e do supergrupo de rock Hellyeah.

Filho de Dan Davis e Mitzi de Edgewater, Flórida. Chad gray largou seu emprego em uma fábrica que pagou 40.000 dólares por ano para mover-se para Chicago, Illinois e formou o Mudvayne.

Em 2005 casou-se com Kelli Olson Gray, eles têm uma casa em Redding, Califórnia. No mesmo ano, sua avó morreu de câncer, ela tinha lutado por anos, ele dedica a música do Hellyeah “Thank You” a ela e também escreveu “Death Blooms” do Mudvayne sobre sua luta.

Gray é conhecido tanto por seu vocal limpo e pelos gritos. Gray também é reconhecido como um dos melhores vocalistas de seu gênero. Ele ocasionalmente usa maquiagem no palco.

Matthew McDonough (nascido em 1969) é o baterista da banda de Metal Alternativo Mudvayne. McDonough é o baterista original da banda e participou de todos os lançamentos do Mudvayne. Ele é também quem deu o rótulo de Math Metal pra banda em meio a uma piada numa entrevista.

Ele possui um tatuagem no peito baseado num simbolo da Cabala.

Ele também é responsavél pelas partes eletrônicas nos dois primeiros discos da banda, fato pouco conhecido pela maioria. Matthew lançou seu primeiro álbum solo sob o nome de “MjDawn”, intitulado Frequency Response em 2008. No álbum ele experimenta bateria acústica e influências eletrônicas.

Matthew McDonough é co-proprietário do selo AtmoWorks ao lado de Vir Unis. Ambos vêm trabalhando sob o nome de “MikroNaught” como artistas e produtores. No começo de fevereiro de 2009, eles começaram a produzir uma banda de Chicago, chamada Camera.

História da banda:

Mudvayne consiste de Chad Lee Gray (Kud, Chüd) no vocal, Greg Tribbett (Gurrg, Güüg) na guitarra, Ryan Martinie (Ryknow, Rü-D) no baixo e Matthew McDonough (sPaG, Spüg) na bateria, com participação de (Marlon Roox Big Bengala) nos samples.

A banda começou em PeoriaIllinois em 1996. Dois anos mais tarde, o baixista original, Shawn Barclay, saiu da banda em busca de outros interesses. Foi então que Ryan Martinie se juntou como o novo baixista e então a banda Mudvayne foi criada.

Desde o começo, a banda estava determinada a tocar pelas suas próprias regras. “Se você é uma banda do meio-oeste, você toca covers de outras músicas ou você não ganha dinheiro”, disse Chad Gray. “Nós nos recusamos a tocar covers porque estávamos mais interessados em achar nossa própria voz ao invés de emular a de outra pessoa”.

A dedicação da banda em criar sua própria e singular visão musical foi recompensada em 1999 quando assinaram com a Epic Records da Sony. Um ano mais tarde, o primeiro álbum da banda, L.D. 50 foi lançado. Mudvayne viu que o número de seus fãs crescia enquanto iam tocando em festivais como Tattoo the Earth com Disturbed. Mudvayne atravessou o país novamente quando tocou no segundo palco do Ozzfest em 2001.

Em 2002, Mudvayne lançou seu segundo álbum de estúdio intitulado The End of All Things to Come, tendo a banda mudado sua aparência em certos aspectos e também seguido em uma direção musical diferente da ouvida no primeiro disco. Um álbum conceitual baseado nos signos do zodíaco, teve um som mais cru e abriu novos caminhos para a banda, lançando singles como “Not Falling” e “World So Cold”, e de certo modo, já mostrando a sonoridade que a banda seguiria daí pra frente. O uso de maquiagem e adereços foi se distanciando da imagem da banda com o tempo.

Três anos depois, a banda lança em 2005Lost and Found. O terceiro disco da carreira, vem com timbres mais limpos, maior diversidade musical, emprego mais frequente de melodias, e outros aspectos que fixaram a direção que a banda já vinha trilhando. O álbum teve três singles, “Determined”, “Happy?” e “Forget to Remember”, o último tendo aparecido na trilha sonora do filme Saw II.

Em 2008, a banda lançou seu quarto álbum de estúdio, The New Game. Este incorpora mais elementos do rock clássico, com solos e riffs mais distintos, também é mais melódico que os outros lançamentos anteriores. The New Game teve três singles principais, “Dull Boy”, “Do What You Do” e “A New Game”.

Discografia Completa:

Kill, I Oughtta – EP – 1997

01 – Poop Loser
02 – Seed
03 – Cultivate
04 – Some Assembly Required
05 – I.D.I.O.T.
06 – Central Disposal
07 – Coal
08 – Fear

Download

L.D. 50 – 2000

01 – Monolith
02 – Dig
03 – Internal Primates Forever
04 – Negative 1
05 – Death Blooms
06 – Golden Ratio
07 – Cradle
08 – Nothing To Gein
09 – Mutatis Mutandis
10 – Everything And Nothing
11 – Severed
12 – Recombinant Resurgence
13 – Prod
14 – Pharmaecopia
15 – Under My Skin
16 – (K)now F(orever)
17 – Lethal Dosage

Download

The Beginning Of All Things To End (Compilation) – 2001

01 – Poop Loser
02 – Seed
03 – Cultivate
04 – Some Assembly Required
05 – I.D.I.O.T.
06 – Central Disposal
07 – Coal
08 – Fear
09 – Dig (Future Evolution Remix)
10 – Dig (Everything And Nothing Remix)

Download

The End Of All Things To Come – 2002

01 – Silenced
02 – Trapped In The Wake Of A Dream
03 – Not Falling
04 – (Per)version Of A Truth
05 – Mercy, Severity
06 – A World So Cold
07 – The Patient Mental
08 – Skrying
09 – Solve Et Coagula
10 – Shadow Of A Man
11 – 12 97 24 99
12 – The End Of All Things To Come
13 – A Key To Nothing

Download

Live Bootleg – 2003

01 – Internal Primates Forever
02 – -1
03 – Silenced
04 – World So Cold
05 – Cradle
06 – Dig

Download

Lost And Found – 2005

01 – Fucking Determined
02 – Pushing Truth
03 – Happy
04 – IMN
05 – Fall Into Sleep
06 – Rain. Sun. Gone.
07 – Choices
08 – Forget To Remember
09 – TV Radio
10 – Just
11 – All That You Are
12 – Pulling The String

Download

By The People, For The People (Compilation) – 2007

01 – Album Intro
02 – Dig Intro
03 – Dig (Live)
04 – Silenced Intro
05 – Silenced (Demo)
06 – Dull Boy Intro
07 – Dull Boy
08 – Death Blooms Intro
09 – Death Blooms (Demo)
10 – Fall Into Sleep Intro
11 – Fall Into Sleep (Demo)
12 – Not Falling Intro
13 – Not Falling (Demo)
14 – -1 Intro
15 – -1 (Live)
16 – Happy Intro
17 – Happy (Demo)
18 – (Per)version Of A Truth Intro
19 – (Per)version Of A Truth (Demo)
20 – World So Cold Intro
21 – World So Cold (Live)
22 – On The Move Intro
23 – On The Move
24 – Goodbye Intro
25 – Goodbye
26 – Skrying Intro
27 – Skrying (Demo)
28 – All That You Are Intro
29 – All That You Are (Demo)
30 – Forget To Remember Intro
31 – Forget To Remember (Demo)
32 – King Of Pain Intro
33 – King Of Pain

Download

The New Game – 2008

01 – Fish Out Of Water
02 – Have It Your Way
03 – A New Game
04 – Dull Boy
05 – Do What You Do
06 – The Hate In Me
07 – Scarlett Letters
08 – Same Ol
09 – Never Enough
10 – A Cinderella Story
11 – We The People

Download

Mudvayne – 2009

01 – Beautiful And Strange
02 – 1000 Mile Journey
03 – Scream With Me
04 – Closer
05 – Heard It All Before
06 – I Can’t Wait
07 – Beyond The Pale
08 – All Talk
09 – Out To Pasture
10 – Burn The Bridge
11 – Dead Inside

Download

Show mais Importante:

Live in Peoria

O portal francês Radio Metal divulgou hoje uma entrevista com o líder do SOULFLY/CAVALERA CONSPIRACY, Max Cavalera. Na entrevista, entre outras coisas, ele é perguntado sobre a tentativa de reunião do SEPULTURA clássico. Confira.

Você recentemente tentou reunir o SEPULTURA, mas sem sucesso. Você acha que vale a pena insistir em uma reunião apenas para agradar aos fãs? Kiko Loureiro, que está em situação parecida com o ANGRA, nos contou que as coisas não deveriam ser forçadas, que isto deve vir naturalmente. Qual sua opinião a respeito disso?

Eu concordo. Acho que se algo tem que acontecer, vai acontecer, então deixa seguir seu rumo. É normalmente o melhor, porque quando você força algo que não é supostamente para ser, e tenta fazê-lo, as pessoas veem que não era para ser forçado e tornou-se falso, e isso não é bom. Então é melhor ser natural.

 

Live After Death – Iron Maiden

Publicado: dezembro 11, 2010 em Matérias

Com a expectativa gerada pela próxima turnê do Iron Maiden, na qual tocarão material da melhor fase de sua carreira, conhecida como os “golden years”, vamos nos relembrar hoje de um dos momentos mais antológicos da história não só da banda, mas de todo o heavy metal: o álbum “Live After Death”. Se você espera ler um texto absolutamente imparcial e que não carrega nos elogios, nem continue. Não é questão de ser mais um fã empolgado escrevendo sobre a Donzela, é porque não dá pra falar sobre esse disco sem caprichar nos elogios.

Imagem

O ano era o de 1985. Bruce Dickinson, Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith e Nicko McBrain encontravam-se no melhor de sua forma, isso após o Maiden ter dado ao mundo 5 dos mais clássicos álbuns de heavy metal que se tem notícia. Qual seria a melhor maneira de deixar registrada uma fase tão maravilhosa como essa? Com certeza, por meio da gravação de um álbum ao vivo. “Live After Death” é uma amostra da mítica “World Slavery Tour”, a famosa e grandiosa turnê de divulgação do álbum “Powerslave”, lançado em 1984, na qual a banda fez, inclusive, sua primeira aparição no Brasil, durante o primeiro Rock In Rio, em 1985. E esse disco representa exatamente isso: um registro do que é considerado por muitos como o melhor momento da carreira da banda em termos de empolgação e criatividade, tudo documentado em um dos melhores álbuns ao vivo da história do metal. 

Esse disco foi lançado com diferentes versões. O vinil original é um álbum duplo, onde o LP1 e o lado A do segundo disco contém as músicas gravadas nas apresentações da banda em 1985 no Long Beach Arena, em Los Angeles, que representavam o setlist básico da “World Slavery Tour”. O lado B do segundo disco trazia mais 5 músicas gravadas no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. A primeira versão em CD trazia apenas a gravação de Long Beach e com a música “Running Free” editada em relação à versão do LP. Posteriormente, foi lançada uma outra versão em CD, a qual trazia as mesmas músicas do vinil, incluindo as 5 faixas extras. Existe ainda uma versão bônus rara de “Live After Death”, onde o segundo CD com as 5 músicas gravadas na Inglaterra era substituído por um outro com versões ao vivo das músicas “Losfer Words (Big ‘Orra)”, “ Sanctuary” e “Murders in the Rue Morgue”. Bem, vamos falar sobre a primeira e melhor versão que se conheceu de “Live After Death”, aquela lançada em vinil e na versão remasterizada em CD.

A bolacha começa com uma inusitada introdução, trazendo parte do exaltado discurso do Primeiro Ministro Winston Churchill, apelando aos ingleses para que se mantivessem firmes e resistissem aos constantes ataques ao país durante a Segunda Guerra Mundial. Ao final das palavras do estadista, começam as primeiras notas de “Aces High”, aquela que, com certeza, é uma das 3 melhores canções para se iniciar um show em toda a história do metal. Dona de um misto perfeito entre peso, velocidade, agressividade, melodia e feeling, a música mostra perfeitamente ‘o que é o Maiden’ e ‘porque o Maiden é o Maiden’. O entrosamento é perfeito entre as guitarras de Dave Murray e Adrian Smith, que desfilam sobre a cozinha competente montada por Steve Harris e Nicko McBrain. BRUCE DICKINSON não atinge os mesmos agudos altíssimos da versão em estúdio e utiliza-se de tons mais graves, um fato que se repetiria em algumas outras canções desse disco. Por isso mesmo, muita gente reclama de sua performance vocal nessa música. Mesmo que ninguém saiba se isso ocorreu simplesmente por opção sua ou por uma dificuldade em se conseguir atingir ao vivo o mesmo desempenho, o fato é que as linhas vocais um pouco mais graves de Mr. Air Raid Siren não deixam de ser excelentes e conseguem empolgar a platéia de uma forma absurda.

A seguir, temos a ótima “2 Minutes To Midnight”, com seu refrão que não sai da cabeça, entremeado por um trabalho primoroso dos guitarristas e pelo baixo de Steve Harris sendo tocado “no talo”. Esta é uma música que ganhou aqui uma versão mais empolgante que a de estúdio. A clássica “The Trooper” ficou mais rápida e pesada em “Live After Death”. Esta é possivelmente, dentre todas as canções do Maiden, aquela onde Dave Murray e Adrian Smith atingem seu máximo em termos de entrosamento. Não há, por exemplo, como dizer qual dos dois faz o melhor solo ou acerta o melhor timbre durante as bases. BRUCE DICKINSONaqui dá um show de vigor e energia. Uma das melhores versões já registradas de um dos maiores clássicos da banda.

Na canção seguinte, “Revelations”, o Maiden conseguiu a façanha de fazer com que essa música soasse mais dramática do que em “Piece Of Mind”. A beleza da faixa, se já é espantosa em estúdio, ao vivo torna-se mais assustadora ainda. O instrumental é espetacular, apenas perde uma parte melódica conduzida pela guitarra e que não havia como ser reproduzida em shows com apenas duas guitarras, ainda que BRUCE DICKINSON tocasse o instrumento num pequeno trecho dessa canção. E por falar em Dickinson, é ele quem se sai melhor na execução dessa música, já que consegue um timbre de voz ainda mais emocionante que na versão de estúdio. “Flight Of Icarus” ficou menos “feliz” e com muito mais cara de heavy metal em “Live After Death”. A melodia cheia de feeling, a ótima linha vocal, os belos solos, a cavalgada impressionante do baixo de Harris, nem tanto pela velocidade mas, sobretudo, pela forma como espanca as cordas de seu instrumento sem piedade, são todos fatores que deixaram essa música muito mais empolgante.

Na seqüência, somos brindados com uma das maiores epopéias da história do metal. “Rime Of The Ancient Mariner” já impressiona pelos seus mais de 13 minutos de duração. Aquilo que poderia se tornar uma canção maçante, sobretudo em um show, na verdade mostra-se um dos momentos mais marcantes de “Live After Death” e ainda um dos momentos mais criativos de toda a carreira da banda. A letra, baseada em um poema de Samuel Taylor Coleridge, ganha mais sentido com a interpretação de BRUCE DICKINSON. E o instrumental? Bem, a técnica e o entrosamento entre os músicos nessa faixa é tamanha, que faz a gente se perguntar se firulas e excessos de virtuosismo são realmente necessários para se fazer uma música de cair o queixo, com mais uma versão que supera a original de estúdio, sobretudo em termos de peso. “Powerslave”, a música, sabe dosar bem momentos de cadência com aqueles de mais agitação. O instrumental dessa faixa, quando executado ao vivo, parece ficar ainda mais bem encaixado com o tema da canção. Dave Murray faz um solo pra lá de inspirado e Steve Harris mostra (mais uma vez) porque toda vez em que se fala de cavalgada no baixo, ele é o primeiro nome que vem à cabeça.

“The Number Of The Beast” cumpre com competência a missão de levantar o público, desde o trecho inicial de sua introdução até o último segundo. A canção seguinte é a espetacular “Hallowed Be Thy Name”, uma música que provavelmente está no top 3 ou top 5 da maioria dos fãs da Donzela. E nesse disco, o Maiden a executa de maneira mais veloz, mais pesada e mais dramática. Não é errado dizer que ela é um dos maiores hinos de todo o heavy metal e que sua versão em “Live After Death” deve ser a melhor que a banda já registrou até hoje para essa música. “Iron Maiden” é a canção que encerra a primeira parte dos shows do Maiden há 27 anos. A entrada de Bruce e Nicko McBrain na banda fez com que essa faixa perdesse um pouco da crueza e brutalidade dos tempos de Paul Di’Anno e Clive Burr. No entanto, sua execução ao vivo com os 2 ganhou em técnica, conforme pode ser observado nessa versão.

Em “Run To The Hills”, BRUCE DICKINSON, mais uma vez, utiliza-se de tons mais graves, cantando os versos de forma um pouco menos ‘raçuda’ que em outras ocasiões. Só que tocar uma música que tem um refrão como o dessa, será sempre entrar em campo com o jogo já ganho. “Running Free” ganhou 5 minutos a mais na versão de “Live After Death”, pois lá pelo meio da música Bruce começa uma interação com o público, aquela velha história de pedir para a platéia repetir alguma coisa, ver se quem grita mais alto é quem está no lado direito ou esquerdo, aquela coisa toda de show ao vivo. A música em si é outra da era Di’Anno que perde em agressividade. No entanto, não é nada que comprometa a qualidade da canção e muito menos o poder de interação entre a banda e os fãs, que cantam o refrão em uníssono.

Bem, a versão original em CD de “Live After Death” terminava aqui. A primeira prensagem original desse álbum, em vinil, ainda tem um lado B do disco 2, com mais 5 músicas que foram gravadas em apresentações no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. “Wrathchild” é uma das poucas músicas desse álbum que não consegue repetir o mesmo nível de estúdio ou até melhorá-lo. Não que ela tenha ficado ruim, mas a versão de estúdio ou aquela do “Maiden Japan” são melhores, talvez pelo fato de que, entre todas as músicas dos 2 primeiros discos, essa é a que melhor se encaixa no estilo vocal de Paul Di’Anno e a que mais se afasta do estilo do Dickinson. Sou suspeito pra falar sobre “22 Acacia Avenue”, já que coloco essa entre as mais criativas músicas do Maiden. Em relação à versão de estúdio, Bruce canta de forma bem mais ‘rasgada’ e muito menos limpa, sobretudo a parte no meio da música, onde ele atingia agudos altíssimos em estúdio. Os riffs ao vivo soam com mais pegada e os solos são excepcionais. A seguir, temos a clássica “Children Of The Damned”, que ganhou uma versão excelente, mais pesada e com vocal mais dramático. Uma música definitivamente fantástica.

As 2 últimas do álbum guardam as versões definitivas de 2 canções do Maiden. “Die With Your Boots On” ficou impressionante, com seu instrumental técnico, entrosado e empolgante. Destaque para Steve Harris e seu baixo. O cara impressiona tanto pela velocidade com que toca quanto pela força com que bate nas cordas de seu instrumento. E BRUCE DICKINSON tem aqui uma de suas melhores performances no disco. “Phantom Of The Opera”, a última canção da versão em vinil, é outra que deve figurar no top 3 ou top 5 da maior parte dos fãs da banda. Suas mudanças de andamento, suas variações de momentos mais porrada para outros mais calmos e viajantes, seu instrumental inspiradíssimo, tudo isso ainda ficou melhor na versão de “Live After Death”. Sem dúvidas, a versão definitiva dessa música.

A excelente produção desse álbum ficou a cargo do mago Martin Birch e a capa é assinada por Derek Riggs, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos para o Maiden, ao lado das capas de “Powerslave” e “Somewhere In Time”.

Se você achou que a resenha tem elogios demais, saiba que eu cortei muitos dos que fiz no texto original que escrevi. “Live After Death” não é apenas um ótimo álbum ao vivo, ele é um dos melhores álbuns ao vivo já lançados no heavy metal, se não for o melhor. Era a maior banda de metal do mundo, tocando uma seleção de suas melhores músicas na melhor fase de sua carreira e ainda melhorando boa parte das músicas em relação às suas versões originais, que já eram fantásticas. Por isso tudo, até dá pra concordar com quem diz que esse disco é a melhor coisa que o IRON MAIDEN fez em toda a sua carreira. E isso definitivamente não é pouco. Que venha a tour dos ‘golden years’.